Conto #1: Pre-review, capitulo 1

So people… I had a realy not busy week here where I work, and I deceided that I could write a little.

This history was built and rebuilt for many years. It already had many characters, many monsters and a huge race comcept and a new mythology, but for now it’s just a bunch of dudes killing each other.

It’s still really raw, I’ll work on it later.

And yes, I read Cornwell =3

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Nas terras ao sul do continente, onde o sol é sempre forte e as chuvas refrescam constantemente o ar seco. No extremo sul do continente existia um reino próspero, muito bem localizado. Tinha grandes planicies nas suas terras do norte, onde eram treinados os grandes cavalos de batalha, tanto para defesa militar quanto para a venda a outras terras. Na borda sul, onde fazia divisa com uma grande floresta que se estendia por quilometros inacabaveis até o litoral, ficava grande parte de sua zona rural, lar de grande parte dos produtos agricolas. Ambas as regiões faziam divisa com a metropole, local onde o comercio fervia todos os dias, do nascer ao por do sol.
Cruzando o reino, de lesta a oeste, passavam as ferrovias e as rotas aos portos do oeste. Essa era a terra de Ra-zura. Grande parte das rotas vinham pelo leste, junto com as ferrovias e as estradas de pedra, que foram cuidadosamente trabalhadas durante varias gerações de reinados. Porém algumas rotas vinha do norte, atraves das planícies e savanas, cruzando rios largos e estradas em pessimas condições. Mas era o caminho mais rapido. Por ser o caminho mais rapido, era no inicio dessa larga estrada de terra em que os escudos se chocaram.
Por ser uma terra tão fertil e com otima localização, Ra-zura sofria ataques frequentes de invasores por terra ou mar, com o intuito de governar essas terras e seus comandantes se tornarem homens ricos e prósperos. Por esse motivo mais de oito mil homens forçavam estrada adentro tentando furar o bloqueio do exercito.
Era um dia quente, como de costume nessa epoca do ano, mas no horizonte norte podia-se ver nuvens negras de chiva se formando. Mas ninguem estava preocupado com o tempo naquele momento. O exercito defensor, que contava com pouco mais de quatro mil homens, estava sendo empurrado pela força esmagadora e a quantidade numerica visivelmente superior de seus inimigos. No ponto de choque dos dois exercitos, brigavam homem contra homem, escudo contra escudo, espada contra escudo. Era um espaço claustrofóbico, apertado, onde mau havia espaço pra sacar sua propria arma, muito menos para se desviar do ataque do oponente que conseguiu sacar a dele. A vida dos homens da primeira linha era guardada pelos homens da segunda e terceira linha que protegiam suas cabeças com os escudos, e enfiavam as lanças por pequenas aberturas sempre que possivel.
O cheiro de sangue, fezes, suor e alcool infestava o lugar. A cada golpe bem sucedido contra seu oponente, uma pequena brecha era aberta na parede inimiga, uma brecha que seria suficiente para que um exercito ataque por dentro a outra massa de homens, transformando tudo em uma carnificina medonha.
No centro da parede, com sua armadura prateada e capa de juba de leão, se encontrava Izziel. O Rei Izziel. Ele agitava sua enorme espada bastarda acima da cabeça, gritando ordens para seus homens e insultos e provocações a seus oponentes. Ele era um homem alto, de cabelo e barba loira, olhos azuis e musculos bem definidos. Na pele nua do antebraço direito, o mesmo que segurava a espada, via-se um brasão de um dragão marcado a brasa.
Por todos os lados gritos de dor e medo ecoavam enquanto armas desviavam de escudos e encontravam a carne. No entanto, dentre tanto sangue e morte, existiam guerreiros diferentes. Guerreiros capazes de dominar elementos, capazes de segurarem laminas com suas mãos nuas. Homens que desenvolveram suas capacidades a niveis extremos e inimaginaveis. E essa história é sobre esses guerreiros e guerreiras.


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Pelo flanco oeste do exercito defensor, acima do alto descampado, entre arvores, animais e sombras, um homem corria. Mas não era uma simples corrida, o vento abria caminho para sua passagem e o impulsionava para a frente com uma velocidade impressionante. Sua armadura de aço prateada refletia nos breves momentos em que a luz do sol passava entre alguns galhos. Usava uma capa de viagem de um ton de azul bem claro, mas desbotado. As ombreiras feitas em prata pura na forma de uma cabeça de lobo, tinham um tom azulado que mesclava entre a cor da capa e a do peito metalico. Os cabelos de um castanho bem escuro balançava atras da cabeça preso por uma fita na altura da nuca. Esse era Karam, o Lobo Prateado.
O trecho de mata em que ele estava, se encontrava a mais de oito metros de altura dos exercitos combatentes. Era um local muito bem posicionado para uma orda de arqueiros atacar, mas o oponente confiando em sua superioridade numerica não enviou nenhum arqueiro para o lugar, e o ataque surpresa deixava o corpo de arqueiros defensor a 5 horas de viagem do campo de batalha escolhido. No ponto mais alto da colina, Karam parou a corrida. Ele ficou parado olhando os combatentes embaixo, com a respiração acelerada, ele esperou pouco mais de um minuto até se estabilizar novamente. Da posição onde estava, ele se encontrava a cinco metros dentro a linha inimiga. Perfeito para um ataque surpresa. Com a mão esquerda ele sacou a longa espada de lamina negra pela qual era conhecido. A Lamina Sombria. Karam pegou folego e com um forte impulso, pulou colina abaixo.

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