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Não se sabe ao certo como tudo teve início, alguns contam sobre um jovem ambicioso que conquistou glórias no campo de batalha, outros acreditam que Heinrich era um rei rico e poderoso. Independente do início, todas as história levam ao mesmo fim.
Heinrich governou seu castelo durante muitas decadas. Seu castelo e as montanhas que os cercavam ao norte ganharam o seu nome, talvez por honraria, talvez por soberania. Independente de como aconteceu, o castelo Heinrich era supremo e belíssimo.

O castelo era inteiro moldado em rochas brancas e sintilava com a luz do sol. Ao seu redor corria o rio Garloon, que alimentava Garloan, o Divisor, o maior rio que cortava de norte a sul grande parte do continente. A nascente do rio passava por entre inumeras fendas nas rochas das montanhas Heinrich e formavam um fosso fundo de água corrente. Ao sul se estendia uma longa planicie gramada da qual era possivel ter uma visao longa das torres do castelo. A unica ligação entre a planicie e a contrução era uma enorme ponte de aço que quando erguida, era inexpugnavel por qualquer numero de balistas fossem arremessadas contra ela.

Porém o castelo Heinrich não era apenas beleza. Ele era famoso por seu interminável subterrâneo repleto de tuneis de mineiração de pedras preciosas. Algumas pessoas acreditam que foram essas mineirações as culpadas pela decadência do castelo, porque um dia o rio parou de correr. O fosso se tornou apenas um buraco fundo emlameado que logo se secou.

A distância dos rios mais próximos influenciou a migração dos moradores do castelo para regiões mais afastadas, onde Kero fundou a cidade de Drunian no auge da segunda era. Mesmo com seus moradores fugindo da cidade, Heinrich se recusava a deixar seu castelo e sua familia, presa pela vontade de seu patriarca, viu as montanhas ao norte explodirem em pedaços de rocha flamejante e choveu fogo na cidade. Inumeras casas e torres foram destruidas e incendiadas. Um dos primeiros blocos expelidos pelo recem nascido vulcão, destruiu a entrada do forte, condenando a todos que lá estavam a morte. Alguns pelo fogo que consumiu grande parte da cidade, outros pelo ar tóxico que tomou conta de suas ruas e outros mais tentaram fugir pelo fosso seco e viram o caminho que um dia seus pais já nadaram se tornar um mar de rocha viva consumindo todos os corpos, culminando com o inicio da segunda era.

Durante decadas o forte ficou inabitado. O vulcão, que foi nomeado Rich’s End, nunca parou de cuspir sua fumaça negra para os céus, e assim toda a luz foi roubada da região. Os muros brancos escureceram devido às cinzas e as ruas da cidade se tornaram tumulos.

Porém, algum tempo depois, um grupo com cinco idividuos resolveram explorar as ruinas agora já escurecidas. Não se sabe o que levou essas pessoas a tal local, mas até o castelo eles foram e lé eles moraram. Suas montarias pereceram muito antes dos portões, mas eles continuaram. O grupo encapuzado, portados de habilidades nunca antes vista, levantavam escombros gigantescos acima de suas cabeças e os arremessavam para longe das ruas. Algumas torres e casas foram reconstruidas, mas o ar continuava envenenado e nenhum ser vivo podia se aproximar.

Durante a estadia dos encapuzados no castelo, uma cupula brilhante começou a ser vista acima dos muros e quatro membros dos encapuzados partiram para nunca mais serem vistos. O quinto capuz foi removido e lá estava Ayeria, a Imortal. Ela era uma elfa que mantinha seus traços e feiçoes jovens à incontaveis seculos. E ela se tornou a regente daquele lugar abandonado.

Nos meses que se seguiram, a nevoa escura e mortal se dissipou nas regiões mais proximas a terra morta e caravanas de soldados de todas as raças conhecidas começaram a chegar a construção. Essas caravanas traziam jaulas com homens e mulheres acorrentados no seu interior e esse foi o inicio da Prisão da Imortal. As primeiras caravanas nunca disseram o que os fizeram ir até aquele lugar e nem mesmo como sabiam da existencia dA Imortal naquele lugar, mas essa se tornou a prisão mais segura da história do continente. Por enquanto.
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